Lomadee

sábado, 18 de julho de 2015

No Olho do Tornado (Into the Storm) [2014]

No Olho do Tornado (2014) 
"Into the Storm" (original title)
  • Estreia:
    28/08/2014
  • Estreia DVD:
    03/12/2014
  • Gênero:
  • Duração:
    89 min.
  • Origem:
    Estados Unidos
  • Direção:
  • Roteiro:
  • Distribuidor:
    Warner Bros. Pictures
  • Classificação:
    12 anos
  • Ano:
    2014

CRÍTICA DJ ALMA: Mesmo sendo considerado cheio de clichês por muitos críticos da época e até comparado com o bom filme Twister (1996) considerei esse filme muito divertido. Gosto de filmes que me prendem na cadeira a espera do fim mas torcendo pelos mocinhos. Meus preferidos são o câmera Jeremy, o Peter Pan de uns tempos atrás (), a família do vice-diretor Gary, o Rei anão Thorin de O Hobbit, interpretado pelo ator , e seus dois filhos Donnie () e Trey (). Palmas também para o caçador de tornados obcecado Pete () e seu tanque Titus. Também temos que lembrar da querida meteorologista Allison, a eterna Sara Tancred de Prison Break e Lori Grimes de The Walking Dead. Muito bom de se assistir. Desde o ano passado guardava esse filme e resolvi assistir e escrever sobre ele hoje. Nota: 8,0.



MÉDIA IMDB: 5,8
Sinopse

Em apenas um dia, a cidade de Silverton é totalmente devastada por tornados. A cidade está à beira dos instáveis e mortais ciclones, mas o pior ainda está por vir. Enquanto a maioria das pessoas procuram um meio de salvar suas vidas, outras correm para o centro do desastre natural, testando o quão perto um caçador de tempestades pode chegar.

Curiosidades



'No Olho do Tornado' (Into the Storm), tem direção de Steven Quale e foi escrito por John Swetnam. O filme não é um apocalipse zumbi, mas causa um efeito similar, já que os protagonistas passam o tempo todo correndo e/ou se esconder.

Como um bom exemplo do cinema catástrofe, muito popular na década de 1970, o filme gera um grau alto de ansiedade e terror no público, que se sensibiliza com o drama dos personagens e fica na expectativa de quem vai sobreviver no fim, pois não há mocinhos em produções do gêneros, apenas sobreviventes.


No entanto, o vilão da história, criado por efeitos digitais de última geração, é mesmo o tornado. Isso porque no roteiro repleto de ação e drama escrito por John Swetnam, um dos mais fascinantes e aterrorizantes efeitos climáticos, tem status de vilão tipo Godzilla. 


E já que a proposta do filme é entrar no olho do tornado, o diretor Steven Quale, usou recursos de camera na mão, somada a forma tradicional de filmagem para produções do tipo, com o objetivo de dar mais realismo as cenas.

O resultado é fantástico! Porque o recurso usado pelo direto joga o público dentro no olho do tornado, o que faz a experiência de ver o filme em 3D super recomendada. 


Além de muita ação, há momentos que os dramas dos protagonistas ficam em foco, o que faz o público ficar mais envolvido na trama. Criando inclusive uma torcida pessoal para ver quem vai sobreviver.

A história gira em torno de uma cidade americana que é atingida por uma tempestade das mais aterradora já enfrentadas, especialmente por ser zona de tornado. Enquanto uns tentam fugir dos tornados, um grupo de documentaristas está a caça deles, com o objetivo de entrar em um para filmar o olho. 


TRAILER


Elenco

  • Alycia Debnam Carey
  • Arlen Escarpeta
  • Brandon Ruiter
  • David Drumm
  • Frank Zieger
  • Gino Borri
  • Jimmy Groce
  • John W. Hardy
  • Jon Reep
  • Kyle Davis
  • Lee Whittaker
  • Linda Gehringer
  • London Elise Moore
  • Maryanne Nagel
  • Matt Walsh
  • Max Deacona
  • Michael Ellison
  • Scott Lawrence
  • Stephanie Koenig
CRÍTICA DO CINE ETERNO

Em 1996, quando Twister chegava aos cinemas, era possível notar que, mesmo não tendo os mesmos recursos de hoje, havia um cuidado maior, seja com a técnica do filme, seja com a própria construção da narrativa. Quase 20 anos depois, é perceptível (pra não dizer escancarada) a evolução que os efeitos especiais sofreram. No Olho do Tornado, entretanto, prova que só cenas mais elaboradas não bastam, ou melhor, não sustentam nenhum longa se não há uma mínima identificação com os personagens; se não há um roteiro bem estruturado. Em suma, do que adianta mostrar 300 aviões sendo levados por um tornado, se não conseguem nem fazer o mais básico que existe na cinematografia: contar uma história.
A produção nos apresenta três núcleos de personagens, os quais vão sendo desenvolvidos de forma paralela até que acabam, por força da tragédia, se juntando. Desde já, temos um excesso de personagens e o resultado é que nenhum é aprofundado devidamente. Na história, Donnie (Max Deacon), por obrigação do diretor da escola (que também é seu pai), tem de produzir um vídeo no estilo capsula do tempo, que será exibido para o seu eu no futuro. Toda essa função gera um conflito entre a família, uma vez que seu pai, Gary (Richard Armitage) não lhe dá atenção suficiente após a morte de sua mãe. Com o incentivo de seu irmão mais novo, Trey (Nathan Kress), Donnie oferece ajuda a Katlyn (Alycia Debnam Carey) para filmar um projeto de seu estágio em um galpão abandonado. Com a vinda do tornado, os dois acabam ficando presos.
Into-The-Storm-Still-Storm-Chasers
Enquanto isso, acompanhamos a saga dos caçadores de tornados que, com equipamentos de última geração, têm como objetivo ficar no olho do tornado, entretanto uma série de obstáculos vão surgindo até que eles acabam se encontrado com Gary e decidem auxiliá-lo no resgate de Donnie e Katlyn. Já o terceiro núcleo é formado por malucos que querem apenas ficar perto da catástrofe sem motivo aparente e que, realmente, não fazem a mínima diferença na narrativa a não ser na tentativa frustrada de criar um alívio cômico.

O diretor Steven Quale (Premonição 5) utiliza-se das filmagens da Cápsula do Tempo para desenvolver toda sua decupação, ou melhor, quase toda. Temos aqui um “mockumentary indeciso”: em certos momentos ele acha mais conveniente usar uma câmera que um dos personagens está usando, em outros ele decide por não usar. O que ocorre, por conseguinte, é a falta de uma unidade e de um padrão durante a projeção, fazendo com que a geografia da cena não fique bem estabelecida na maioria das cenas de ação, assim como a percepção do espectador do que está ocorrendo fica limitada. Além disso, o roteiro não auxilia em nada o trabalho de Quale, uma vez que nos entrega personagens desinteressantes e unidimensionais. Desde o conflito clichê pai e filho (que vão acabar se acertando por causa da tragédia), até aos personagens que só tem um única vontade na vida que é perseguir um tornado, enfim, tudo é extremamente óbvio, mesmo quando estamos em um filme cujo pano de fundo é uma das ocorrências climáticas mais imprevisíveis. Não satisfeito com essa bomba de clichês mal feitos, ainda somos contemplados com cenas vergonha alheia de personagens falando com a câmera, dando adeus a familiares, bem ao estilo de Bruxa de Blair, as quais, em tese, deveriam ser emocionantes, mas acabam servindo como anti-clímax, apenas.
Into-the-Storm-Interview-Richard-Armitage
Muito desse problema também se deve ao elenco cheio de desconhecidos e com algumas feições conhecidas (mas conhecidas naquele estilo: “já vi esse rosto em algum lugar, mas não sei quem é”). As atuações são bem limitadas. Não ocorre uma criação de vínculo do espectador com as motivações, quiça torcida pelo sucesso dos protagonistas. Na verdade, quem rouba a cena (literalmente) é o tornado, de tal forma que chegamos a torcer por ele. Quando isso acontece, não é necessário dizer mais nada, visto que o esperado é que torçamos para todos saírem da tragédia vivos. Mas se tem algo que não dá para reclamar é dos efeitos especiais. Claro, o filme se chama No Olho do Tornado, o mínimo esperado é que a catástrofe seja bem apresentada e de fato é. Tem destruição para todo o lado e tudo é muito crível, então, a despeito das escolhas equivocadas do diretor no que tange os ângulos que usa, é possível se divertir nas cenas de grande destruição que aliadas a excelente mixagem de som constroem todo um clima de tensão que infelizmente não permeia o resto da projeção.

No Olho do Tornado é apenas mais um para compor o gigantesco rol de filmes catástrofe. Não conseguindo ser excelente e reflexivo como Wall-E e não sendo tão pretensioso e equivocado como O Núcleo – Missão ao Centro da Terra, o longa é apenas mediano, não acrescenta nada de novo.

MATÉRIA DO NEURALIZADOR DIGITAL COMPARANDO NO OLHO DO TORNADO COM TWISTER (1996)


É inevitável comparação entre No Olho do Tornado (Into the Storm, 2014) e o filme Twister (1996). Dezoito anos depois eis que surgem alguém com a "inédita" idéia de tentar repetir o sucesso de Twister (1996), mas também logo se nota a falta de um bom diretor e um elenco carismático. Devo confessar que Twister (1996) é um dos meus filmes preferidos de catástrofe, sem falar que sua protagonista Helen Hunt nunca esteve tão linda. Talvez essa mistura de beleza e fúria da natureza a tornem ainda mais bonita. Helen está mais bela que qualquer outro filme que ela tenha feito. 


Muitos sites contam como protagonista desse filme o ator Richard Armitage (O Hobbit) , mas para mim em No Olho do Tornado (Into the Storm, 2014) a protagonista da vez é a ex-Walking Dead a atriz Sarah Wayne Callies, se essa atriz já não era muito querida na série Walking Dead imagina diante de um tornado. Tem um momento do filme que você acaba torcendo para que o tornado leve ela, no mínimo para sermos surpreendidos pelo roteiro. Pelo menos ela garante a melhor piada do filme, quando ela chega para uma dupla maluca de caçadores de tornados "Youtubers" e diz para eles se abrigarem, e eles respondem que não, porque a cidade parece um apocalipse zumbi !!!. Também é engraçado notar uma caçadora de tornados que ainda usa um computador com Windows XP, pelo menos ao que parece pelo seu plano de fundo. 


Enquanto em Twister (1996) existia um elenco carismático onde você conseguia o milagre de torcer para o Bill Paxton !!! e ainda contava com o ator Philip Seymour Hoffman fazendo papel de maluco. No Olho do Tornado (Into the Storm, 2014)você acaba ficando perdido para quem torcer e acaba torcendo mesmo para a dupla amalucada que caça tornado para postar no youtube. Nem mesmo o ator Matt Walsh (Pete Moore) perseguindo tornados com seu quase batmóvel cria empatia. 

Bill Paxton aqui é trocado pelo ator Richard Armitage que tenta humanizar a história na busca por seu filho nos escombros de uma fábrica. É impressionante as diferenças porque em Twister (1996) você ficava preocupado até com os coadjuvantes como a tia Meg feita pela atriz Lois Smith.


Enquanto a história de Twister (1996) prendia sua atenção mesmo sem mostrar os tornados nesta versão tunada, enquanto o tornado não parece dá vontade de dormir. Sorte do espectador que quando os tornados aparecem fazem valer esse filme, porque se usassem a estratégia do filme Godzilla (2014) onde esconderam o bicho a maior tempo No Olho do Tornado (Into the Storm, 2014) se tornaria insuportável, clichês como formatura, ginásio, namorico teen e outros chatices acabam fazendo o filme um festival de estereótipos. 

Twister era dirigido por Jan de Bont que fez sucesso com Velocidade Máxima (1994), Twister também contava com roteiro de Michael Crichton. Então temos que dar um desconto para No Olho do Tornado que tem como diretor Steven Quale o mesmo cara de filmes bombas como Premonição 5. Imaginem se esse filme fosse feito por Michael Bay, mesmo assim o final é a cara de Michael Bay e seus Transformers só faltando a tomada 360 graus. 

Resultado o filme No Olho do Tornado (Into the Storm, 2014) não é um filme ruim, entrega um bom passatempo, com efeitos especiais razoáveis e boas cenas de ação. Talvez o maior erro seja sua capenga trilha sonora, Twister tinha ninguém menos que a banda Van Halen com a música Humans Being só isso já conta muitos pontos favor. 


 Mas quem gosta de um filme catástrofe o tornado escala F5 vai fazer valer a pena uma conferida no filme, sem falar da cena que faz citação ao apocalipse zumbi e a homenagem ao seu filme de inspiração Twister com a famosa vaca voando fazem valer o passatempo. Twister ainda continua disparado como melhor filme de tornado. Uma tabela comparativa:

Como caçar seu tornado?

Um sub-gênero de turismo de aventura está varrendo os EUA, mais e mais pessoas estão pagando caçadores de tempestades e gastando milhares de dólares para dar de cara com um tornado. Estes entusiastas meteorológicos são mais do que dispostos a encarar (depois de assinar um termo longo, é claro) os ventos mais destrutivos no planeta na esperança de ter um lugar na primeira fila para as tempestades mais violentas da Terra. Alguns estão interessados em fotografia, outros estão lá para aprender a perseguir a tempestade. Outros ainda só querem acompanhar e aproveitar o grande espetáculo.

Charles Edwards, proprietário da Cloud 9 Tours, a mais antiga empresa operacional de turismo de perseguição de tornados, é um caçador de tempestades veterano de Shawnee, Oklahoma e um dos primeiros a realizar este empreendimento.

"Quando eu comecei a levar pessoas para perseguir tempestades comigo foi em 1996, eu nunca esperava que iria crescer em um negócio. Nesse primeiro ano, eu ofereci duas turnês e eu tive apenas uma pessoa em cada um deles", disse ele. "Agora, temos regularmente entre 11 e 18 pessoas por passeio em maio e junho."

NÃO É IGUAL AOS FILMES !!!

"Nós realmente tentamos dizer às pessoas a verdade sobre a perseguição de tornados", disse ele. "Não é como o que você vê nos filmes, são muito longos os períodos de espera. Às vezes, passamos horas sentados em um estacionamento, esperando que as tempestades apareçam. Não é como o filme 'Twister' querem fazer crer, mas testemunhar um tornado pode ser uma incrível experiência de mudança de vida."

Houve um aumento no número de entusiastas de tempestade imediatamente após o lançamento do filme de ação de sucesso "Twister" de 1996 e com a recente popularidade de tais programas de televisão como "Storm Chasers" e "Angry Planet", mais e mais pessoas estão comprando a idéia de que eles podem viver o estilo de vida de um caçador de tempestades ... pelo menos por um par de semanas.

Surpreendentemente, nunca houve uma fatalidade em uma excursão. Feridos tendem a ser de acidentes não-relacionados de tempestade que poderiam acontecer em qualquer lugar. em geral, acidentes são raros, mas em maio de 2010 uma empresa de turismo teve um impacto direto de um furacão em movimento rápido que estourou a maioria das janelas de sua van, fazendo com que alguns turistas ficassem com pequenos cortes, mas sem danos físicos graves. Mãe natureza tem uma maneira de nos lembrar como somos pequenos no grande esquema do planeta.



GALERIA DE IMAGENS




























VAMOS CURTIR NOSSA PÁGINA DE FILMES E SERIADOS GALERINHA BOA!!!



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